quarta-feira, 25 de maio de 2011
POEMA DE PAUL SUJO DE OTTO PARA FERREIRA GULLAR (otto wikcionario wikipedia otto wapedia otto wiki wik otto wap)
Tu, Tuiuiú que és,
- és objeto de olhos
( olho gordo
olho que tudo vê
olho com tampão de pirata...)
os quais te observam de todos os ângulos
de todos os seno e co-senos
falam de ti no balanço das ondas senoidais
que se balançam no ar
na dança da deusa eletromagnética
que se imagina no rádio e na televisão
e no micro-computador pela internet
banda larga asa larga em envergadura de tuiuiú
Tu, tuiuiú pousado
pescador à beira da loucura de paul
( paul de tuiuiú
ou tuiuiú de paul )
símbolo do estado do Mato Grosso
ave-símbolo do pantanal matogrossense...
( Mas o que é o Mato Grosso?
- O Mato Grosso é o homem
que cavou uma etnia topográfica
topológica toponímica
uma etnia telúrica
que veio da terra
e de outras plagas
até pousar ali no Mato Grosso
ao lado do jabiru
desbravando o território
conquistando a terra
constituindo o território
até que venha o estado de Direito
e tome por força irresístivel de lei
de todos os homens que ali estavam de posse do território
tudo o que o homem da terra conquistou por Direito
na guerra eterna do homem contra o homem
no velho dizer ou constatar de Hobbes no Leviatã
monstro eterno que dorme e acorda no homem
Há os homens que roubam ou furtam objetos, coisas...:
estes são os ladrões, os latrocidas....
e aqueles que roubam Direitos :
estes são os reis, os presidentes... )
Tu, tuiuiú és um ser
construído pelo homem de estudo
ou homem de ciência
para objeto de estudo
e vários são estes objetos que és
aos quais o homem te impõe o ser
que é uma posição no conceito
em língua geométrica que te desenha
pela mão dos Rugendas e outros mestres assim artistas
e pelas concepções dos filósofos e cientistas
Assim és objeto de zoologia
de ornitologia, com o ser para ave : "Ave Maria!" ),
de fisiologia e anatomia
até de etnografia e etnologia
quando invades a cultura do homem
( entrarias como totem, se fosse o caso
ou brasão no caso dos reis
dos quais os estados de "Direito" usurparam o trono e a coroa
e consequentemente o brasão de armas
Nos estados de Direito o direito pereceu
ou ficou sendo propriedades de alguns
que tomaram posse do estado
pelo voto popular
ou sufrágio universal
pois dessas frases bonitas vivem os arrivistas
Estas frases os sustentam no poder perpétuo
"lulificado" no Brasil por Lula
- Lula da Silva que não saiu da selva
ou do alcance territorial do silvo da víbora
- a víbora bufadora
ou a víbora do Gabão
que o que é por lá é por aqui )
Há um inexistencialismo do tuiuiú
quando é ser
postulado como essência na zoologia ou ornitologia
Tu Tuiuiú sobre tudo voas (sobretudo!)
com tuas loas
à toa e à tona
e sobretudo acima da boa lâmina d'água da lagoa
( lagoa não magoa )
onde se planta a cana do bambu
por si própria plantada
quando no labor de lançar a semente ao vento ativo
juntando o esforço vegetativo ao eólico
a mover o moinho de vento que invento no vento
saindo dos foles e pistões
que tocam com os dedos
todos os ruídos e músicas
no martelo e bigorna dançantes
- dança com ossos ouvintes!
(Tu tuiuiú és água
- água de corredeira....
tu, tuiuiú...não és mágoa )
Tu tuiuiú vais
aonde a canoa desliza sua loa
a loa da canoa em Samoa
Vá passar em vôo raso à lâmina d'água
por onde se esconde a boa cobra constritora! Vá!
- Vá aonde fica emboscada a boa ou jibóia ("Boa constrictor" )
que no idioma tupi bóia sub-laminar
com nome de sucuri-amarela ( "Eunectes notaeus")
- sucuri do paul mato grossense
( Sucuri é vocábulo tupi
cuspido pela língua tupi
- idioma que a língua sensível da serpente saboreia com enzima
co-enzima
porquanto a língua da serpente
é um instrumento preciso de caça e pesca
e captação do mundo circundante
dentro da circunferência ou círculo ou incidência de sabedoria da cobra
que não sabe a sal
senão ao sal que prova nas presas
- nas vítimas agonizantes
no amplexo para outro tipo de sexo
- para o tipo de sexo que alimenta o sexo e a prole
e nutre os genes da serpente )
Tu tuiuiú és já jaburu ou jabiru
consoante a enzima na língua tupi
seja para te provar o sabor
ou temperar o pensamento com o vocábulo
que diz do tupi linguístico
mas não filológico
porque não tem tupi escrito
não há tupi em história
senão conto oral
lenda de boca em boca
que povos de lenda não são povos de mitos
são povos sem poesia escrita
sem histórias de histórias
dissertações doutas
pensamento e literatura erudita
cultura erudita
de gregos e latinos
senhores do mundo sábio
e do mundo do conhecimento
que ainda lhes pagam tributos de senhorio
( o latim frio e científico de Lineu
nem sempre diz do bicho
senão o que descreve o zoólogo
fundado em corpo anatômico
e a dança que este corpo pratica ao viver
mas não tem a enzima na língua morta
para dizer da vida do jaburu
como o diz o aborígine
que convive com o tuiuiú
no brejo fumegante
se há queimada ou coivara
e corre a capivara
de fogo que não é fogo-fátuo)
Tu tuim túrgido tuiuiú
tuim-de-papo-vermelho
Tu tuim tuim-de-papo-vermelho tuiuiú
urubu quase-quase urubu mas não urutu tu serias
tu, tuiuiú já jabiru já jaburu
já a jato sem jato
pelo mato grosso
que enche o papo vermelho
de frugal alimento da mata
do mato grosso
Quem sabe quiçá Goiás?
Tu tuim tuiuiú és pantanal
és ave de paul
palustre pernalta
ave de água
aquática e aquífero ser
em todas as águas e asas sobre águas rasas
Plantado estás na raiz quádrupla ou cúbica dessas águas quedas e mudas
( águas de paul que podem ser até mefíticas)
em consequência do miasma )
na radicação sob a radiação solar
em radical raio aberto nas águas que movem as asas
em "pi" radiano
- águas que fazem viver o animal com motor nas asas
moto contínuo
até a energia sair da quadratura do círculo
Tu tuiuiú já jabiru e tuim
tuim que és de papo vermelho
cuja cabeça-seca chama o "Jabiru mycteria"
( o latim não tem miséria
tem "miseria" que é etimologia
palavra ou voz de onde vem a miséria
evidentemente em conceito fonado e grafado )
Jabiru ou jaburu é outro nome tuiuiú
do jabiru em latim
e não mais no tupi cuspido escarrado inculto
longe da escarradeira ( antigo objeto ou artefato de luxo
- luxo de antanho no lixo de Santo Antão
a um quadro Dali )
Tu tuiuiú, ave ciconiforme,
cujo bico é o "cico" que muda de forma
conforme o "grude " ou hábitos alimentares
ou o olho de pirata piscando no leitor
na língua que fala
no idioma que canta a pernalta
mas não a descreve graficamente
nem em signos linguísticos ou geométricos
com os símbolos a ferir os significados
ou acrescer acepções
No latim científico
há a leitura e escrita do tuiuiú
então com a denominação "Jabiru mycteria"
sendo a família dessas aves oriunda das águas dos "Ciconiidae"
família "Ciconiidae"
pingando dois "is"
no corpo anatômico do vocábulo
que então pode voar fisiológico aos olhos dos ornitólogos
e na concepção de qualquer língua vernacular
que poderá dizer da ave em sua lógica sintática
depois de passar pelo latim nada vulgar
eivado de declinações que foram declinando na voz do povo
e no furo do ovo
por não mais exprimirem o que é necessário
e não as filigranas de ourivesaria e ourives
que ficaram no museu atuante do Direito
cujo mister é viver sob o antigo
( Vida jurídica é vida antiga
- o Direito é um antiquário
uma casa de sebo
uma loja de vender objetos e concepções caducas
- há muito decadentes
Os dentes de Tiradentes
estão ali expostos
ou sua dentadura
junto à cabeça de lampião, o cangaceiro célebre :
o herói das sagas no sertão
reencarnado em signos e símbolos por Guimarães Rosa
o poeta épico do Brasil
Trágico complexo em Diadorim! )
( Os pingos dos "ii" no latim
designam geralmente o nome de família "animalia" nos "iis" pingados
quando Deus levou Lineu a nomeá-los em língua de legião romana
dos anjos soldados que criaram a maior empresa do planeta
- a empresa que é o Império de Roma a Loma Linda
de Albalonga na Itália a Loma Linda na Califórnia
caminha o empório-império de Roma
que fundou a empresa e empório do soldado
que fez e faz e desmancha impérios de soldados )
Tuiuiú pernalta de pescoço nu
preto no anu-preto
( que negro e roufenho é o canto em cor do anu-preto
canto incolor
desta minha ave-símbolo
- ave símbolo de mim
ou longe de mim! )
Jabiru de papo nu vermelho
( tuiuiú por que tuiuiú? )
Brancas plumas que carregam a alva
e pretas pernas pernaltas que ilustram a noite
nas madeixas negras a cintilar na cabeça da morena Berenice
na Cabeleira da Berenice
( Morena para adjetivar a mulher e tecer jargão na geologia
na terra e na água que engrossa o mato
onde o mato é Mato Grosso
na voz grossa do homem telúrico
- de voz grossa e coração puro como as águas livres
as águas eremitas que correm longe dos homens
- dos homens sem inteligência poética
sem Manuel Bandeira
ou Manoel de Barros
Tu, tuiuiú, saiba; aliás, não saberás que :
o ornitólogo te olha
o poeta te ama
o zoólogo estuda-te e se esquece enquanto animal ( "animalia!")
o taxionomista te classifica
o filósofo te pensa
põe a "tese" do ser em ti
faz-te ontologia
o latinista te viu
porquanto há talhado em conceito o nome "jabiru"
que pode ser provado num latim
não sei se pós-Roma
ou de que macarrão italiano
se pagão ou cristão
mas há que há um jaburu descrito no latim
que viajou mundo com suas legiões romanas em sintaxe
sempre a guerrear e espargir as cinzas da semiologia
pelas diversas culturas autóctones
por onde passou a cultura de Roma no latim
que depois levou a Bíblia na vulgata
Tu tuiuiú tuim "jabiru mycteria"
filho de três línguas
dois vernáculos
és ave de longo bico preto
ave que abre a envergadura nas asas dos olhos
que olham a ti tuiuiú
- és um "tu" volante
"jabiru mycteria" de beleza exuberante
conquanto a palavra jaburu diga do feio e desajeitado ser
és uma iluminura tipo as medievais
para os olhos e a mão do artista contemplativo
na beleza do poeta que voa em ti tuiuiú
e cujo vôo abre os olhos para a alva grafada nas penas
e a noite de anum pernalta nas pernas
que plantam a raiz quádrupla em terra
e na água que move os motores da vida
por dentro e por fora das aves
que então voam e navegam naves
( Aves são naves suaves
e naves são : "ave Suástica!"
- um tipo de cumprimento febricitante
para soldados em guerra )
Ui! tuiuiú
tu que és o tu
o tu meu
- o meu "alter ego" ou eu nas águas
com asas e rêmiges
sobre as águas em que nado imagino que nadas também
( não sei se nada o jaburu
pois sei de raso o jabiru
apenas que em corpo e penas é tuiuiú
- tuiuiú que dá o tom do tu discursivo
e faz ouvir a toada das águas
quando há toada das águas em torrente quente espumante
soantes sonantes e consoantes
ou o silêncio de selênio dos pauis
- do paul da garça
e assustadiça saracura do brejo
que se sacode magra
e com as penas longas e finas
a pisotear e molhar brejo
nas almas do caboclos )
Tu que és o tu do tuiuiú
és a vida em água e terra em mim e ti
- tu e eu tuiuiú somos
voamos amamos e vivemos
por mim e por ti
através da ponte interativa do tu e do eu
no tu do tuiuiú e eu meu
que ego sou ou ego carrego
como um corcunda de Notre-Dame às costas
( o ego pesa e essa gravidade faz a corcova
que não é a do dromedário
nem tampouco do indivíduo em idade provecta
- o macróbio ou Ancião dos Dias )
És enfim todos os tu fora da geometria que desenha o tuiuiú
em outro ser de terra e água
outro ego em Adão contra o qual faço guerra por terra e água
e em Eva que amo para tirar terra e água do ventre dela
na girândola dos demônios Íncubos e Súcubos
que amam e batalham nos homens
sempre plantados na terra da guerra declarada a Adão
pelo amor devotado à Eva
e mormente a Lilith
senhora dos desejos carnais
- senhora dos carnavais
desde antiguidade pagã
arfar com afã
no interlúdio sexual
único interlúdio prazeroso da vida
que se torna doloroso
ao nascer o rebento
que sempre é Cristo
e sempre será crucificado
pela via "crucis" que a vida põe até na mais humilde crucífera
que tange o chão
beijando o rés-do-chão
a fonte da erva daninha ou bonina
verdura ou fruta ao rás do chão
melancia sem correspondente enzima no corpo humano
mas eivada ou grávida de melanina
( ou o nome não foi posto "em tese" pela melanina
substância spinozista que dá a cor à polpa da melancia
fruta fresca esparramada languidamente pelo chão do sertão
tão procurado pelo luar dos poetas?! )
Tuiuiú, tuiuiú
tu és água
e desta água farei meu poema!
Tu, tuiuiú, és água
e sobre esta água erguerei uma poesia aquática!
uma ave pernalta e um paul por baixo do vôo
pois água é alma
alma é vida
que se bifurca no latim cristão e pagão
em alma do outro mundo
e alma presente neste mundo
- que é a água
a alma presente no mundo atual
no mundo que atua junto ao homem então vivo
então transbordante de água
por dentro e por fora
no suor e no sangue!
... e o tuiuiú que voa
voa em água benta
pela igreja da natureza
- é a água que o faz voar
e me faz viver
- é a alma do latim que anima
"anima" muito o animal
que pode ser inseto no latim
Amém
domingo, 29 de novembro de 2009
OS TRÊS CAVALEIROS AZUIS
Os três cavaleiros azuis rabiscam o horizonte /
os três cavaleiros azuis /
Os três cavaleiros azuis /
passam pelo caminho dentro das ervas /
pelo portal do azul que abre a vereda para a flor /
e constrói a ponte pênsil que liga a estrada para as ervas ao azul pavimentado no céu / Os três cavaleiros azuis /
São três poetas de versos e vida /
três filósofos cínicos e aristotélicos /
( filósofos versados em escolas de filosofia maiores e menores )
três monges a cavaleiro do Monte Carmelo /
os três cavaleiros azuis /
Sentam na ravina e discutem a tundra /
peregrinam pelos cerrados discorrendo sobre o bioma da floresta tropical /
os três cavaleiros azuis / São três sábios andarilhos /
três eruditos palmilhando os caminhos /
três artistas colhendo a beleza vermelha da melodia vegetal na serenidade da solidão /
Os três cavaleiros azuis / São três cavaleiros azuis a galope : /
Dom Quixote de La Mancha arrostando a fúria imaginária dos moinhos de ventos /
o terrível Cavaleiro Negro do Apocalipse /
e um cavaleiro forjado na armadura da minha solidão /
- um cavaleiro perdido pelos ermos dos meus desertos intimistas /
onde se vaga até vislumbrar na miragem ao longe /
os cavaleiros da morte reunidos em Brueguel e Salvador Dali /
Os três cavaleiros azuis /
Para onde vão pelas transcendências escarpadas abertas em Grand Canyon pelo luar /
de onde vêem imersos da treva ainda quente do motor da noite /
e o que são de fato fora do ato onírico /
os três cavaleiros azuis ?! /
Os três cavaleiros azuis /
vêem de longa travessia sobre um deserto de areias azuis /
com dunas e tempestades à porta das estrelas e galáxias espiraladas /
utilizando-se como ponte as patas do cavalo ora trotando ora galopando /
bem como os raios e as copas das árvores mais altaneiras /
como caminho de descida ao solo /
através das frinchas de sol abertas nas ervas sem chapéu /
que levam ao caminho secreto do castelo com armadura protetora de heras /
que é um dos refúgios e fortalezas dos cavaleiros /
cuja estrada é vincada pelos relâmpagos que sulcam os céus /
por onde os cavaleiros azuis vão e vem a caminho do mundo e da evasão do mundo /
Os três cavaleiros azuis /
Dos três cavaleiros azuis /
um é um cavaleiro sem cabeça /
pereceu na gloriosa batalha da vida /
mas continua cavaleiro azul embora cavaleiro sem cabeça /
Outro cavaleiro perdeu o elmo numa justa brutal /
e o terceiro busca a energia renovada do meu coração de leão /
que busca o beijo de Panaceia na literatura médica dos vegetais /
cuja sagrada escritura está grafada em folhas tonalizadas com o signo de um verde vital /
Os três cavaleiros azuis /
Os três cavaleiros azuis /
KANDINSKY, O CAVALEIRO AZUL GRAND CANYON
CAVALEIRO NEGRO DO AOCALIPSE - CAVALEIRO NEGRO DO APOCALIPSE.
domingo, 1 de novembro de 2009
LUA E LIMOEIRO
O limoeiro subindo no telhado /
fugindo pelas telhas /
agarrado à penugem do azul do céu /
que fica entre a região do telhado /
e a zona musical do violinista verde /
tateanto hesitante um violino pendurado no céu /
que Mozart deixara pendido /
Em solidão verde junto à parede esquerda /
o limoeiro abraçado à casa de um eremita extremo /
libertado do mundo vão pela loucura de sua mente esquecida no lodo do reboco /
nas paredes caídas em modo de anjo /
da casa em que vegeta mais solitário que toda a solidão do mundo /
na casa Soledad /
Soledad, Soledad sem volta!!!! /
Soledad não incrustada em anel de eterno retorno /
apartada da Roda da Fortuna e da vida /
O limoeiro em rastro de aroma de flor branca /
estende a mão ao céu negro e colhe a lua /
oferecendo-a dentro do limão /
último passo de amor da flor alva na barra da alva /
REFERENCIAS WIKIPEDIA, GOOGLE :
FLOR DE LIMONERO
El limonero, Citrus × limon, es un pequeño árbol frutal perenne que puede alcanzar los 6 m de altura. Su fruto es el limón, una fruta comestible de sabor ácido y extremadamente fragante que se usa en la alimentación. El limonero posee una corteza lisa y madera dura y amarillenta muy apreciada para trabajos de ebanistería. Botánicamente, el limonero es una especie híbrida del género Citrus, familia de las Rutáceas.Forma una copa abierta con gran profusión de ramas, sus hojas son elípticas, coriáceas de color verde mate lustroso (5 a 10 cm), terminadas en punta y con bordes ondulados o finamente dentados. GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE, GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE : LIMOERO, LIMOEIRO, LIMONERO, LIMOEIRO, ÁRBOL FRUTAL, ÁRBOL FRUTAL, ÁRVORE PERENE, ÁRVORE PERENE, RUTÁCEAS, ÁCIDO, RUTÁCEAS, ÁCIDO, LIMÓN, LIMÃO, LIMÓN, LIMÃO, ALIMENTACIÓN, ALIMENTAÇÃO, ALIMENTACIÓN, ALIMENTAÇÃO, HOJAS, FOLHAS, HOJAS, FOLHAS, CITRUS, CITRUS, LIMON, LIMON, COPA, RAMAS, COPOA, RAMAS, AROMA, FLOR BRANCA, ALVA, AROMA, FLOR BRANCA, ALVA, BARRA DA ALVA, BARRA DA ALVA, LUA, LUA, AMOR, RODA DA fORTUNA, AMOR, RODA DA FORTUNA, VIDA, VIDA, SOLDAD, SOLIDÃO, SOLEDAD, SOLIDÃO, MOZART, VIOLINO, VIOLIN, MOZART, VIOLINO, VIOLIN, VIOLINISTA VERDE, AZUL, CELESTE, VIOLINISTA VERDE, AZUL, CELESTE, REIÃO, REGÓN, ZONA, REGIÃO, REGIÓN, ZONA, MUSICAL, MUSICAL, CÉU, CIELO, CÉU, CIELO, EREMITA, LODO, EREMITA, LODO, CASA, CASA, TELHADO, A=NJO, ÁNGEL, MUNDO, TELHADO, ANJO, ÁNGEL, MUNDO, LOUCURA, LOUCURA, PRIMAVERA, ORO, POLVORIENTA, PRIMAVERA, ORO, POLVORIENTA, MARZO, ABRIL CERCANO, MARZO, ABRIL CERCANO, FUENTE LIMPIA, PATIO SILENCIOSO, FUENTE LIMPIA, PATIO SILENCIOSO, ILUSIÓN CÁNDIDA Y VIEJA, ILUSIÓN CÁNDIDA Y VIEJA, SOMBRA, BLANCO MURO, SOMBRA, BLANCO MURO, PRETIL DE PIEDRA, PRETIL DE PIEDRA, FRANGANCIAS VÍRGENES Y MUERTAS, FRAGANCIAS VÍRGENES Y MUERTAS, FANTASMAS, TARDE, CORAZÓN, FANTASMAS, TARDE, CORAZÓN, HIERBABUENA, ALBAHACA, HIERBABUENA, ALBAHACA, AGUA SERENA, MACETAS, MADRE, MACETAS, AGUA SERENA, MANOS BUENA, MANOS BUENA, LANGUIDO, ENCANTO, SUEÑAN, SUEÑAN, LANGUIDO, ENCANTO, LÍMPIA, LIMPIA,. ANTONIO MACHADO, POETA, ANTONIO MACHADO, POETA ESPAÑOL, ANTONIO MACHADO, POETA ESPAÑOL, ANTONIO MACHADO, POETA ESPANHOL, ANTONIO MACHADO, POETA ESPANHOL.
ÁRBOL CÍTRICO : LIMORERO
ANTONIO MACHADO - POETA ESPAÑOL
POEMA EL LIMONERO DE ANTONIO MACHADO
El limonero lánguido suspende
una pálida rama polvorienta
sobre el encanto de la fuente limpia,
y allá en el fondo
sueñan los frutos de oro…
Es una tarde clara, casi de primavera,
tibia tarde de marzo,
que el hálito de abril cercano lleva;
y estoy solo, en el patio silencioso,
buscando una ilusión cándida y vieja:
alguna sombra sobre el blanco muro,
algún recuerdo, en el pretil de piedra
de la fuente dormido, o, en el aire,
algún vagar de túnica ligera.
En el ambiente de la tarde flota
ese aroma de ausencia
que dice al alma luminosa: nunca,
y al corazón: espera.
Ese aroma que evoca los fantasmas
de las fragancias vírgenes y muertas.
Sí, te recuerdo, tarde alegre y clara,
casi de primavera,
tarde sin flores, cuando me traías
el buen perfume de la hierbabuena
y de la buena albahaca
que tenía mi madre en sus macetas.
Que tú me viste hundir mis manos puras
en el agua serena,
para alcanzar los frutos encantados
que hoy en el fondo de la fuente sueñan…
Sí, te conozco, tarde alegre y clara,
casi de primavera.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
EL DIABLO
soy yo que estoy intercambiando miradassarcásticas en el espejo
riéndose de la comedia humana miserable
El diablo sentado en un trono
emperador del mundo
ya que las leyes están establecidas en las cartas del tarot
El diablo siempre Lucifer
siempre también en la sátira de la luz
el diablo en escritura griega
la sintaxis para el soldado de batalla
en el filósofo Luciano
Luciano de Samotracia
hombre sabio e cínico que se rió del mundo estúpido
de la mayoría que sigue el pastor con su personal
y la minoría que gobierna con el cetro de la ley
con el rey y el tonto en una dualidad indisoluble
como el matrimonio de los pobres
cuya disolución química en la ley
no es compatible con la economía
y está bailando su comedia
emn lo ritmo disoluto
a la moda de Manuel Bandeira
El diablo es sólo los ojos de Dios
viendo el mundo sentado en un trono
- mundo que es el cuerpo de un hombre que
riendo cínicamente de las enfermedades de los pobres diablos
así como Luciano de Samotracia
en la sátira contra malos e males
El diablo salido de las cartas del tarot
splamente viene a la vida
cuando el ojos chispa en su figura en el tarot
con ojos penetrantes en la luz libre
que no se deja ir a la manada
incluso cuando obligado por la ley y el rey
de estar en el centro de la manada
en el corral de alguna institución civil o penal
El diablo es el hombre con el puñal en el ojo
anelando ser libre para reír sin piedad
node los chistes de los tontos
cuya función principal es sacudir el vientre "libre" del rey glotón
La risa satírica de Mefistófeles
aquel iconoclasta
tem por objetivo destruir el concepto de la estupidez
dirigir el cuerpo sin cabeza del pueblo
Pero sólo unos pocos hombres justos
no son infectadas con la plaga de la septicemia
originária de la estupidez
- la estupidez, enfermedad endemica, epidemica
epidemia y endémia
sin ninguna vacuna
Jesús no salva el hombre
solamente quiere decir de el diablo en palabras
- palabras en que sólo se puede lamer el contexto
que cantaba en arameo
y luego se doblaron en los versos
antes del vertido en verso griego
para leer en un gregario latín
com que la Vulgata se ofrece a la gente de alma tola
Dios e el diablo no son dos seres
pero solamente uno :
Dios e el diablo están enunciados en la equación de Einstein
para materia e energía
O DIABO
O diabo que me olha da carta do Tarô
O DIABO NO TAROT
O DIABO NO TAROT
LÚCIFER : ÁNGEL DE LUZ
SÚCUBO : LILIT OU LILITH
Deue e o diabo não são dois seres
porém um ser somente :
Deus e o diabo estao enunciados na equação de Einstein
para matéria e energia
O POEMA DO SÁBIO VEGETATIVO

REFERÊNCIAS : GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - VODKA-SMIRNOFF.COM - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA-SMIRNOFF.COM - www.vodka-smirnoff.com - ottogribel - www.vodka-smirnoff.com - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - vodka-orloff - VODKA ORLOFF - vodka-orloff - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA : VODKA BAIKAL - vodka-baikal - VODKA BAIKAL - vodka-baikal - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTOBISMARK - www.ottobismak.com - OTTOBISMARK - www.ottobismark.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomuller.gribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomullergribel.com - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel - VEGETATIVO - VEGETAL - SISTEMA NERVOSO, NERVIOSO VEGETATIVO , VEGETAL -SISTEMA NERVOSO, NERVIOSO VEGETATIVO -
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La palabra Edén suele ser utilizada como sinónimo de Paraíso, sin embargo la palabra Paraíso originalmente se refiere a un bello jardín extenso; mientras que Edén, es una palabra de origén acadio (un pueblo de estirpe semita), cuyo significado se refiere a un lugar que es puro y natural. Así, Edén se refiere más bien a una región geográfica, mientras que el Paraíso se refiere a un lugar más específico (un huerto o jardín situado en la parte oriental de dicha región).En la Biblia se indica que el Edén es un huerto o jardín que habría existido (al oriente), indicando su existencia en una región que se hallaría en el Oriente Medio. Igualmente se dice que de él salía un río que se dividía en cuatro, llamados: río Pisón, que se dice, rodeó toda la tierra de Havila; el río Gihón, que habría rodeado toda la tierra de Cus (Etiopía); el río Hidekel (río Tigris); que iría al oriente de Asiria; y el río Éufrates.En el libro Génesis en su capítulo primero, versículos 29 y 30 de describe la dieta vegetariana del paraíso original:
En el jardín del edén Dios habría colocado dos árboles especiales, llamados el árbol de la ciencia del bien y del mal y el árbol de la vida; y, además, en este huerto, Dios habría colocado a Adán y Eva, para que vivieran.En este lugar, Dios le otorgaría al hombre todo aquello que necesitase para tener gozo, placer y armonía, de este modo no le faltaría nada.Aquí también Adán y Eva desobedecieron a Dios y comieron la fruta del Árbol de la ciencia del bien y del mal. Fueron maldecidos por su desobediencia: él trabajaría con el sudor de su frente, ella daría a luz con dolor y la culebra reptaría.Luego fueron expulsados para evitar que el hombre alcanzara la vida eterna, pues ya tenía conocimiento del bien y mal al igual que la mujer provocó al hombre para que comiera del fruto del conocimiento. Esto está bien explicado en Génesis 3:22 y 3:24.
Para la protección del Edén y el camino hacia del árbol de la vida, La Biblia dice que Dios puso unos querubines al oriente del huerto de Edén, y una espada ardiente.
En la mitología griega las Hespérides (en griego antiguo Έσπεριδες, ‘hijas del atardecer’) eran las ninfas que cuidaban un maravilloso jardín en un lejano rincón del occidente, situado según diversas fuentes en las montañas de Arcadia en Grecia, cerca de la cordillera del Atlas en Marruecos, o en una distante isla del borde del océano.Adicionalmente, Hespérides (o también Islas Afortunadas) es un nombre dado por los antiguos a una serie de islas situadas en el extremo oeste del mundo entonces conocido. Éstas podían haber incluido Canarias, Madeira y Cabo Verde.Según diferentes fuentes, había tres, cuatro o incluso nueve hespérides, pero normalmente se consideraba que eran tres, como las demás tríadas griegas (las Cárites, las Greas, las Gorgonas y las Moiras). Algunos de sus nombres eran Egles, Aretusa, Eritia, Hesperia, Héspere, Hestia y Hesperetusa. A veces se las llamaba Doncellas de Occidente, Hijas del Atardecer o Diosas del Ocaso, aparentemente aludiendo a su imaginada situación en el lejano oeste, y de hecho Hésperis es apropiadamente la personificación del atardecer (como Eos es la del amanecer) y Héspero la de la estrella vespertina. También se les llamaba las Hermanas Africanas, quizá por cuando se pensaba que estaban en Libia.A veces eran retratadas como las hijas vespertinas de Nix, la Noche, y (según las versiones) de Érebo (la Oscuridad), de la misma forma que Eos en el más lejano este, la Cólquida, era la hija del titán solar Hiperión. Según otras fuentes eran hijas de Océano, de Atlas y Hésperis, de Hésperos, de Zeus y Temis o de Forcis y Ceto.Una de las hespérides era Hesperia, hija, según las versiones, de Nix por sí misma, de Atlas y Hesperis, de Héspero, o de Zeus y Temis. Sus hermanas son Egle y Aretusa.Las Hespérides tenían voces que encantaban y poseían el poder de cambiar de forma para enloquecer a los que las veían.
| Clases de alimentos vegetales | |
| Legumbres | Cereales |
| Verduras | Frutas |
| Setas |
Los vegetales son alimentos que proceden de seres vivos que crecen pero no mudan de lugar por impulso voluntario.El reino vegetal está compuesto por organismos multicelulares, eucariotas, que son capaces de sintetizar su propio alimento por medio de la fotosintesis. En su mayor parte se encuentran en hábitats terrestres, pero algunas especies viven en el agua. Sus células se encuentran cubiertas por una pared celular hecha a base de celulosa, que les da gran rigidez y resistencia. Varían de tamaño desde aquellas pequeñas como los musgos, hasta gigantescos árboles que pueden llegar a medir más de 100 metros de altura.La división que hizo Aristóteles de la naturaleza, todavía tiene influencia en la actualidad. Distinguió tres clases de seres y los reunió en tres reinos:
- Minerales, que crecen pero no viven ni sienten
- Vegetales, que crecen y viven pero no sienten
- Animales, que crecen, viven y sienten.
Por la aplicación de este concepto Carlos Linneo incluyó a los corales en el reino vegetal (Vegetabilia).En el lenguaje científico el término vegetal ha ido perdiendo utilidad, hasta un punto en el que la única definición posible es: Se llama vegetal a cualquier organismo de los que tradicionalmente han sido estudiados por los botánicos.os organismos de dos reinos completos de la clasificación moderna son estudiados por los botánicos: las plantas (reino Plantae); y los hongos (reino Fungi, incluyendo los líquenes).También son materia para la Botánica los organismos llamados «algas», fotosintetizadores acuáticos muy heterogéneos que se clasifican casi en su totalidad en el actual reino protistas (Protista). También algunos grupos de Protista como los oomicetes que, por convergencia, han desarrollado características típicas de los hongos.Otros grupos de organismos, como los procariontes, incluidas las bacterias, han sido estudiados por los botánicos a la vez que por los microbiólogos. Los “hongos mucosos” son un grupo heterogéneo, algunos de cuyos miembros han sido objeto de estudio tanto para los botánicos (con el nombre mixomicetes) como para los zoólogos (con el nombre mixozoos).
Mineral
Un mineral es una sustancia natural, homogénea, de origen inorgánico, de composición química definida (dentro de ciertos límites), posee unas propiedades características y, generalmente, tiene estructura de un cristal (forma cristalina).Un mineral posee una disposición ordenada de átomos de los elementos de que está compuesto, y esto da como resultado el desarrollo de superficies planas conocidas como caras. Si el mineral ha sido capaz de crecer sin interferencias, pueden generar formas geométricas características, conocidas como cristales.
Mesopotamia
Mesopotamia (del griego: Μεσοποταμία, "entre ríos", traducción del antiguo persa Miyanrudan, "la tierra entre los ríos", o del arameo Beth Nahrin, "entre dos ríos") es el nombre por el cual se conoce a la zona del Oriente Próximo ubicada entre los ríos Tigris y Éufrates, si bien se extiende a las zonas fértiles contiguas a la franja entre los dos ríos, y que coincide aproximadamente con las áreas no desérticas del actual Irak. El término alude principalmente a esta zona en la Edad Antigua.
Río Éufrates
| Éufrates | |
|---|---|
Barca navegando en el Shatt al-Arab, formado por la confluencia del Éufrates y el Tigris. | |
| Longitud | 2.780 km |
| Altitud de la fuente | 4.500 msnm |
| Altitud de la desembocadura | n/d msnm |
| Caudal medio | 830 m³/s |
| Superficie de la cuenca | 765.831 km² |
| C. Hidrográfica | n/d |
| País que atraviesa | |
| Nacimiento | Montes Cáucasos en india de marfil |
| Desembocadura | Golfo Pérsico |
| Ancho de la desembocadura | n/d |
El Éufrates (del griego Ευφράτης; en árabe الفرات, Al-Furat; turco: Fırat) es el río occidental de los dos grandes ríos que definen la Mesopotamia, junto con el Tigris. Nace en Armenia, fluye por las montañas de Anatolia hacia Siria y posteriormente Iraq. El río confluye con el Tigris para formar el Shatt al-Arab, que a su vez desemboca en el Golfo Pérsico. Tiene una longitud de 2.780 km. En la Biblia es conocido como "el río" y es el que atravesaba Babilonia.Su caudal no es abundante en relación al tamaño de su cuenca, ya que discurre por zonas áridas y desérticas donde se da un importante aprovechamiento hídrico, con multitud de presas en su curso, sobre todo en Turquía, y la irrigación en Mesopotamia que tiene más de 3000 años de historia. Esta escasez de agua en el Oriente Medio deja a Iraq con el temor permanente de que Siria y Turquía vayan a utilizar la mayor parte del agua antes de que llegue a ellos. El caudal medio es de 830 m³/s cuando entra en Siria, pero oscila entre los 300 m³/s del periodo de estiaje y los 5.200 m³/s en sus máximos fluviales que causan inundaciones.
Tigris
| Tigris | |
|---|---|
Río Tigris en Iraq. | |
| Longitud | 1.900 km |
| Altitud de la fuente | n/d msnm |
| Altitud de la desembocadura | n/d msnm |
| Caudal medio | 1.500 m³/s |
| Superficie de la cuenca | 258.000 km² |
| C. Hidrográfica | n/d |
| País que atraviesa | |
| Nacimiento | turquía |
| Desembocadura | río Éufrates |
| Ancho de la desembocadura | n/d |
El Tigris (Diçle en idioma turco) es el río oriental de los dos grandes ríos que definen Mesopotamia, junto con el Éufrates, que fluye desde las montañas de Anatolia a través de Irak. De hecho, el nombre "Mesopotamia" quiere decir "tierra entre los ríos".El primer nombre conocido del río en sumerio era Idigna o Idigina, que puede ser interpretado como el río rápido o el río que fluye, en contraste con su vecino el Eufrates, cuyo caudal más lento provocaba que se depositaran más sedimentos y construyera un lecho más alto que el Tigris. En pahlavi, tigr significa flecha (de la misma familia que el persa antiguo tigra-, y el persa moderno têz: agudo). Sin embargo, no parece que este fuera el nombre original del río, sino más bien parece que fue acuñado (de forma similar que en las lenguas semíticas) como imitación del nombre local sumerio. Es también posible que el nombre Tigris sea derivado del idioma kurdo, en el que tij significa agudo, refiriéndose al Tigris como un río agudo y rápido. Dado que no existe un equivalente a la letra j en griego, se utilizó la letra g, derivando posiblemente en tig a partir de tij.Otro nombre dado a este río, utilizado desde el tiempo del Imperio Persa, es Arvand, que tiene el mismo significado. Actualmente, el nombre Arvand se refiere a la parte baja del Tigris en el idioma persa.El río Tigris es conocido en la Biblia como Hidequel que era uno de los cuatro ríos en los que se dividía la corriente de agua que procedía de Edén (Biblia Génesis 2:10-14).En lengua árabe este río se llama Dijla (pronúnciese la j como "je" en francés) (دجلة).