sábado, 4 de fevereiro de 2012

SEROTIPO - terminologia cientifica wikcionario wik dicionario terminologia glossario verbete bulario lexicografia nomenclatura binomial wikiquote


Tinha um plano de saúde
Mas não saúde
Para dar e vender
Só plano de ter saúde
- da saúde que não tinha
O plano era bom
Para a saúde do médico
E o desenvolvimento do monstro
dentro do estômago do médico
e do monstro de Stevenson
( novelista poeta e escritor que nasceu em Edimburgo e morreu em Apia, Samoa)
Por trás da corporação de médicos ( e monstros )
Saudáveis e afáveis
O plano seria até benfazejo
No planisfério
Se não alimentasse mais o médico
E o corpo de saúde
Que o paciente
a parturiente
o Indigente
de saúde pública
e privada ( privativa)
Face ao contrato-distrato
Que merece um tratado
Sobre o trato e o menoscabo
Que um contraente assume
Para gáudio de outro contratante
Na relação contratual
Na qual somente na ficção jurídica
Ambas as partes estão em pé de igualdade
porque na realidade estão em guerra
na declaração de guerra de Hobbes
ao escriturar o "Leviatã
aquele outro monstro
agora estado de direito
( para si em si maior, major
e de deveres e obrigações
para os demais do "demo"
na democracia risível
que ostentamos )
Porém tinha um porém
O plano de saúde
Ocultava no contrato-distrato-maus-tratos
Em letras não escritas
Sob signos invisíveis
Que não era plano de saúde
Mas de doença
Pois quem tem saúde
Não tem plano para doença
Não sofre “apaixonadamente”
Em “pathos”
( exceto pela bela
- a bela que passa
e deixa um rasto
de beleza pintada por Tolouse-Lautrec
em lupanares
prostíbulos
patíbulos
sacrários )
Do pato da patologia
Em seu quá-quá ( do Pato Donald Disney )
Que penso
Ser onomatopeia tomada de água
- do vocábulo água
Em simples glossário em vernáculo
Coisa –em-palavra para não se dizer em dicionário
algoritmo invocabular
invocabulado
invocado
convocado
vocado
vocar
Nem tampouco em jargão profissional
No bestiário daqueles que fazem profissão de fé
No bule com café
No bulevar sem ar
- imaginário bulevar!
porquanto tudo que é comércio
Ou está para mercar
Mercante em navio
É plano para doença
Apregoando saúde
Como a Sadia
ave da sadia
não é sadia
- e a Sadia
deveria se denominar “Doença”
Perdigão-Perdigueiro-perdiz-
dolicocéfalo...
conquanto traga em nomes atraentes
onomatopaico talvez
quiçá onomatopéias invisíveis à leitura a olho nu
- literatura que esconde
a doença na Sadia
que não passa
a Sadia com seus peixes putrefactos
apenas de uma ou mais de uma corporação integrada no sistema
Produtora de doenças
Como tudo o que vem do mercador
Que quer vender
O peixe putrico e mefítico
Como peixe fresco
como como
ou penso que como
Tudo o quese vende
no mercado negro ou branco de fantasma no lençol santista
Não é a verdade da filosofia
Nem a poesia da mulher
A revolutear o corpo tenro
Na flor do amor fetal
fatal
cloreto de potássio
hidrato de animal
na mixórdia da química
com a línguagem na matemática
na álgebra em zebra
listrada
listada
preto no branco
xadrez em retas paralelas
para um plano de espaço euclidiano
- infinitos planos
em intersecção no espaço euclidiano
radiano
em grau-grado-grou
ou...
( Todavia para que isto seja poema
Carregue poesia ao colo
É mister que diga eu
Que um miosótis
- um miosótis-Tereza
que passa pressurosa
pela senda da rosa
Fugiu-fulgiu
Na boca minha filha
Quando ela era
Um pedaço de poesia com todo o mel das abelhas
todas em favos
E todo néctar e pólen e própolis do universo
Assim como era
A era geológica do meu filho
E o período por que passa meu neto
Outrossim na Tabela Periódica dos elementos de Mendeleiev
Como todos os corpos em carne viva
Lá estão
Na faixa dos períodos de tempo
Que constituem o tempo do tempo
Divididos racional e tecnicamente na química
em períodos de tempo
nos quais o tempo existe dentro do tempo maior-imaginado
pelo racionalista filosófico
Conforme provou Mendeleev
Sábio e gênio russo
Que criou a linguagem da química
Cujos caracteres mesclam signos e símbolos
Com figuras geométricas
Em casa de abelha e vespa
Que se ilumina no vocábulo marimbondo
Em lexicografia tupi-guarani
Mesmo lexical para tomar guaraná
Face ao iguarapé guapo
Ao lado do lobo guará
( “Chrysocyon brachyurus” )
Moribundo aguará
Aguaraçu
Nativo canídeo da América do Sul
Diz Wikipédia sobre o lobo-guará
que é uma “relíquia da fauna plistocênica”
( do Plistoceno ou Pleistoceno )
E a ave ciconiforme rubra
guará-pitanga
guará-rubro
íbis-escarlate
no latim "Eudocimus ruber")

Morreu de febre tifóide
causada pela bactéria "Salmonella typhi"
bacilos Gram-negativos
anaeróbios
serotipo "Salmonella enterica paratyiphi"
que inclui várias subespécies
possuem lipopolissacárides
podendo causar o óbito por choque séptico
( Faleceu entre os cavaleiros hospitalares
e os templários
porque tudo o que é posto em mercância
está contaminado pelo conceito-vírus
que faz o homem peregrinar sem fim
( ou até o fim )
entre os produtos da farmácia
e do super-hiper mercado
bares e bazares
e confluentes-afluentes )

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

VERNACULARES - etimo etimologia wikcionario wik dicionario etimo jargão verbete terminologia etimo etimologia wikiquote wiksource

Dmitri Mendeleev em 1897.

Dmitri Mendeleiev ( Mendeleev ) põe a química no âmbito de uma linguagem ; e ao ganhar uma linguagem a observação ou percepção passa a ter a envergadura de ciência, cujo objeto de estudo são determinados fenômenos denominados químicos ( do nous químico, de inteligência química ) , à flor da linguagem.
A Tabela Periódica dos Elementos é uma norma , uma espécie de gramática, de ordenamento jurídico, oriundo da filosofia, aonde a ciência e a técnica bebe, a fim de racionalizar ou normatizar uma linguagem para informar e formar o conhecimento.
A Tabela Periódica dos Elementos , de Dmitri Ivanovich Mendeleiev ( Mendeleev ), é o “alfabeto,” a gramática, a lexicografia da química, enfim, assim como os números e as figuras geométricas o são da matemática.
Aliás, a linguagem conceitual não abrange somente a língua falada oralmente e a escrita com palavras, mas também os números em gramática matemática de equações e outras formas sintáticas de expressão matemática-algébrica.
A geometria é outra linguagem eminentemente conceitual; quiçá a forma de linguagem mais apta a conceber o espaço e o tempo. Hoje a química incorporou a linguagem algébrica-geométrica-matemática , além do “falar-escrever” das respectivas línguas vernaculares.
A química, assim como a matemática, é, por assim dizer, poliglota em linguagens, metaforicamente (metafonicamente) falando, mesmo porque se utiliza de signos ( letras) gregas como alfa, beta, ômega, lambda, que, no âmbito dessas linguagens (matemáticas-químicas ( cumprem função de símbolos e não de signos, ou do signos primitivos que são ou foram no grego antigo), além de incorporar a linguagem da geometria, da álgebra para designar ou tentar significar-assinalar funções espaciais-temporais, ou seja, ritmos imprimidos e impressos em significados-significantes, alma ou espírito e matéria da léxico, e afixos, que dão sentidos vetores às denominações da língua.
( Os afixos, na linguagem com palavras, correspondem aos sentidos espaço-temporais de segmentos de retas, partindo da subjetividade referencial, no linguajar do físico; tal referencial, que parte do interior subjetivado do ser humano, enquanto pensante no que é hirto o ser dado de-fora e por-dentro, na intelecção, vem dos princípios do pensamento, expressos na forma de postulados e axiomas ( axiomática ) geométricos, que informam os sentidos, que por sua vez , se cristalizam em equações movidas espaço-temporalmente no âmbito da circunferência ( “hermética” ao conter o círculo, seu conteúdo em substância de pontos, que fecham a reta na circunferência que gira abstratamente e concretamente, simultaneamente, representando e “presentando” o movimento ( apresentando-o e representando-o no fora-dentro dos universos em colisão no homem, em subjetividade ( em sujeito ou sujeito-interno, dentro de uma concha do cosmos, e no cosmos-fora ( mundo exterior e exteriorizado pelo cosmos-dentro) , em objetividade, em-objeto ), enquanto ser supra-geométrico decodificado em expressão numérica ( equação ou princípio da identidade na linguagem matemática-química-física ) o movimento, exprime-imprime o motor universal, moto contínuo, implícito e explícito nos signos e símbolos que informam a linguagem, que vai da fonética ( fonologia ) à geometria, cuja fonética vem em senóides, na descrição do fenômeno, e nas ondas senoidais, na concreção existente. A semiose, outrossim, é afetada pelo balouço da geometria no vento ( Éolo-fora) e na respiração ( Éolo-dentro e de dentro para fora numa sanfona ou pistão, sempre à força eólica divina).).
A respiração é um Eolo-fora-e-outro-Eolo-dentro : inspiração-expiração. Até aonde vai a vida humana?! - E a linguagem uima biossemiótica.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

EINSTEIN - wikiquote wiki wikiquote wikipedia wik dicionario wikcionario

Retrato de autoria desconhecida.
Alguém na "Veja", revista "Veja", diz : ..."radicais de Obama"; dí-lo,
evidentemente, em sentido metafórico. Outros se referem aos radicais
islâmicos, fundados na doutrina do Corão (Alcorão), outros são prosélitos do
comunismo e socialismo ( proselitismo), teoria radicada na filosofia de Marx,
conquanto venha de outras raízes doutas. São os fundamentalistas,
enfim, todos eles oriundos doutrinariamente do pensamento-raiz bebido
numa doutrina ou em outrem. Raízes intelectuais, provenientes do
pensamento ou da inteligência transmitida por tradição oral ou
escrita.
Radicais de Obama são, de fato, naturalmente, aqueles seres humanos
provenientes de Obama, o presidente dos Estados Unidos da América do
Norte; ou seja : são os filhos de Obama e sua esposa, intitulada
"Primeira Dama". Isso "in natura" ou por código ( escrita ) genética.
Na raiz ( “dental”) da palavra "radical" está a própria palavra
"radical", ou "raiz", que aponta, no vegetal, no raso e no fundo do
vegetal, de erva a àrvore, de onde vem a planta, radicada sobre
montículo de terra, sua origem em terra (substância ).
Terra junta à raiz terra que ajunta.
O radical da palavra designa a raiz da planta ( raiz-plantar) ao
invés de apontar a semente, enfatizando, destarte, a vida no vegetal
fixo em terra, no momento, na presença do presente, tempo em ato.
O tempo em ato ( tempo-em-ato) difere radicalmente do tempo enquanto
fato ( tempo-em-fato).
Um, o tempo-em-ato é real-natural e o outro,
tempo-em-fato, é produto do imaginário : tempo para ficção, no
interlúdio do pensar.
No vegetal e na língua a palavra de ordem é raiz, para deslocar o que
está junto à terra, arraigada à vida, enquanto no homem, na
genealogia, a semente ( sémen) é a palavra priorizada : é o primeiro
radical notado e anotado : o primogénito e a instituição da
primogenitura, visando o futuro, um tempo ausente, só existente em
essência : em pensamento-imaginação; e outro tempo pretérito, outra
ausência temporal, outro pensar com fundo em memória, na semente do
patriarca, no caso bíblico.
O vocábulo "radical" se funda na raiz e não na semente, talvez porque
a raiz venha primeiro, seja notação primicial, convocando a força do
verbo, que matemática é um e na linguística é outro ( dois são os
verbos : uma para qualificar e outro para quantificar, planificar...:
um para dar voz à ciência aplicada do medico e do engenheiro e outro
para a fala do advogado e a escrita do poeta e do filósofo, que dão
voz a objectos-tempos diversos).
O radical no tempo matemático-geométrico difere do radical objecto de
linguística ou semiologia em tempo linguístico-gramatical, porquanto
contempla outros objectos no tempo, sendo, o tempo, em vida , ou
natural, um medidor-móvel universal de vida,quer seja em Eón , Eras
ou períodos geológicos, ou períodos na química ( em Tabela Periódica
dos elementos, que mostra o tempo de ser-existir de cada átomo, na
visão genial de Mendeleiev, sábio e gênio intelectual que criou toda
a lingugem para a química. Mendeleiev fez mais que Einsten ou tanto
quanto Newton ) ou no tempo do verbo, tempo lógico.
A raiz , no vegetal, dirige o olhar para o que está arraigado à terra,
de onde são providos os nutrientes que mantém a vida ou o vegetal, que
é a vida em ação : dependurada no tempo, no momento ( ou tempo real :
presente , único tempo natural, do ente, do ser, da coisa, do animal,
vegetal ou ser humano ).
O presente é o tempo de vida; os demais tempos são de morte ou do
nada, em nadidade ( tempo racional ou fictício : tempo-razão) e estão
encardidos nos objetos que o verbo colhe, porquanto o verbo é uma
forma de memória distorcida pela imaginação, que distorce ou curva, em
parábola, mas esse pode ser a única maneira que o "logos" ou lógica,
na palavra ou na outra forma gráfica da figura geométrica, pode fazer
para detectar e captar o objecto fugidio na vida em mutação perene, no
tempo em mutação constante, mas sem sem futuro ou pretérito quando em
ato ou em natureza, mas apenas enquanto no discurso que contrói a
memória e a imaginação : geometria com figuras simbólicas, desenhadas
sobre a substância e substrato da realidade ou natureza e significativas do
pensamento ou do ser nos signos ou em signos : fora do pensamento, no
mundo alienado em pensamento, que se fixa, para leitura e escritura,
em signos, carregados de símbolos e simbolismos).
Na gramática ( se prefere linguística!...filologia...semiologia....semiótica...)
radical é raiz da palavra, ou seja, o origem da palavra. Étimo, etimologia.
Radical livre ou radicais livres, no jargão da medicina e da saúde,
para a maioria das pessoas não diz o que é, no ser ( palavra,
pensamento) e na natureza enquanto química ou física e não apenas
objecto da química ( ciência ) ou da física ( ciência), ou seja, na
existência e não apenas na essência da ciência ( filosofia aplicada
desde os eleatas).
Radicais livres, na ciência terminológica de alguns, são elétrons ( electrões)
desemparelhados, na fraseologia de outros, radicais livres são
moléculas instáveis com número ímpar de elétrons (eletrões), ou seja, apresentam
desequilíbrio eléctrico-eletrônico, isso quando essa
ciência-nomeclatura ou terminológica, está voltada para o metabolismo
ou processos metabólicos ; enfim, quando o objeto focado é a
fisiologia, os radicais livres, em última instância, são os íons
soltos, dos elétrons desemparelhados, ou seja, entidades moleculares
livres no corpo humano, pervagantes, as quais tendem a formar
moléculas com os elétrons sem parelha..Constituem elétrons livres (
valência livre), com carga elétrica negativa ou positiva. Íons são
átomos que recebeu ou perdeu elétrons ( eletrões). Aliás, são elétrons
( electrões) que movem o mundo : elétrons ( eletrões) são
motores-mundi.
Quando orgânicos, os radicais livres, apresentam grupos carbónicos,
do carbono, que , no jargão ou terminologia da química são
carbocátions e carbânions. ( Na simbologia empreendida pela linguagem
da química tem seus desenhos o diagramas algo geométricos em fórmulas
algo aritmética-algébrica, fundada em equações literais.
Arrolam entre os radicais livres fungicidas, pesticidas, poluição e
outros factores externos que, por serem externos ao corpo, não são
radicais do corpo ( orgânicos-próprios e orgânicos-impróprios, fora do
corpo ou "in natura" no universo, que é o corpo ou o organismo extenso
em Gaya, Gaia, a deusa terra e o deus universo que a abraça e nos
abraça cósmica-cosmologicamente ) , quer dizer, em natureza e,
portanto, não se exprimem dentro do veio onomástico, mas, como na
licença da metafóra, que é uma licença poética, a palavra para
radicais livres que se referem a coisas exteriores ao corpo humano
cabe, no sentido em que a natureza é a grande raiz e o único radical
livre de onde viemos e onde pervagamos, caiba, seja cabivel, a locução de que o
eléctron (eletrão) e a raiz, no sentido vector natural, e a cultura, no sentido
etnológico, o berço, de onde se origina um corpo sócio-cultural, um
corpo-artefacto e artisticamente, filosoficamente, intelectualmente
construído pela cultura em conjunção com o indivíduo.São duas as
raízes : a física, arraigada aos cosmos, e a social com fundo na
cultura, seu radical-berço.

domingo, 29 de janeiro de 2012

COVALENTE - dicionario wik dicionario wikcionario etimologia etimo verbete golfo terminologia cientifica nomenclatura binomial wikiquote biografia


Garça branca desenhada contra o azul do céu
brando de nuvens brancas
retratada quadro a quadro
espaço a espaço
plano a plano
pela vida
- que é o pensamento
e ação natural
( O olho dá o ser
que dá a realidade
em retorno ao ser dado
através da linguagem dos olhos
em diálogo da natureza com o animal
observante-observado )

A graça voante-esvoaçante
a apagar a branquidão-cal ( escuridão para formatar tecido xadrez )
das nuvens em branco-tinta-tinto-tinte ( tinteiro inteiro )
no voo-mostra de que a vida quer ser eterna
- e anela por eternizar-se no indivíduo
porém a oxidação é lei
que proíbe Newton de pensar mais
ao "instilar" pena de morte
em corpo individual
- que malgrado sobrevive no corpo da espécie
( Mendeleiev com a Tabela Periódica dos Elementos
prova que o tempo existe
( Mendeleiev prova intelectualmente
o tempo físico e químico
ao exprimir demonstrativamente
a existência do tempo
nos diferentes "corpúsculos-partículas" atómicas
que se formam na sucessão do tempo
encadeados em períodos
e se alocam, "cristalizam-se" em matéria
num determinado espaço físico
após o surto energético
que cria e dispersa ou fulmina a matéria )
É o tempo no nicho de tempo denominado período
que separa um átomo de outro átomo
que cria ou suscita o primeiro átomo
e, ao suscitar o átomo primevo,
cria o tempo
que é uma função escrita em linguagem matemática-algébrica
para designar inúmeros movimentos
como o calor, o frio, o eletromagnetismo...
enfim as forças ou energias motivos do universo
- berçário do cosmos
O Tempo ou "período" de tempo
no qual o átomo de hidrogénio
se transmuta em átomo de hélio
sendo o hélio um átomo
que difere do hidrogénio
por um eléctron e um próton e um nêutron ( neutrões ) a mais
que o gás nobre ( átomo de hélio)
e se estratifica numa camada ou período
das camadas atômicas-eletrônicas atômicas
que abrigam os elétrons ( electrões ), prótons (protões) e nêutrons ( neutrões )
existindo espacialmente
num espaço-temporal
depois do espaço-tempo envolto no átomo do hidrogénio
geométrica-espacialmente desenhando em torno de matéria
( seu "corpo-corpúsculo" que fez os olhos
mas não o olhar à luz dos olhos )
ocupando outra faixa estratigráfica e real de espaço
circunvizinha ao período e local do átomo primacial de hidrogénio
que o tempo fabricou em outro estrato da sucessão das funções-energias
ao fazer o próximo e subsequente átomo
que dobra o primeiro na "torsão-punção" das energias sobre a matéria
que encurva em ângulos
senos, senóides girantes-gigantes-mirabolantes-ante-o-instante-de-pasmaceira-do-amante
utilizando e "otimizando" as discrepâncias de frio e calor
e todos os outros motores
tal qual se faz com a água
a pálida água a mudar de estado
ou de solidez-liquidez-vaporização do "corpo" maleável
fugindo de estado a estado
- do estado líquido
ao sólido e ao gasoso
consoante o bramido do tempo
a espocar em trovão ou luzir em raio ( radiação-radiciação )
e leve o leve "corpo" da água
a um espaço denominado "estado" da matéria
- estado esse que depende da temperatura
que tempera o tempo
com humidade e fogo...
O período fica
o átomo se desintegra
e a energia ou energias inteligíveis como tempo
na memória e na matemática
que imagina funções
e as põe em linguagem fictícia do tempo
que é o movimento em função das forças enredadas
- as energias ficam em cristal de matéria
que se dissolve em água
muda a forma da matéria
que vai na corrente de matéria-energia e energia-matéria
- vaivém que o pensamento humano vem a captar,
ó capitão de longo curso de física-química-matemática-geometria
que vai em captação de água
rio afora
mar adentro...
Na Escala de tempo Geológico,
o tempo de formação da terra,
em estratigrafia geológica,
a marca ou parâmetro para o movimento da crosta terrestre
é, antes das rochas estratificadas,
a vida a se espargir abundantemente sobre o planeta
nos períodos
porquanto o homem também vive envolto num período
com a matéria que as energias criaram
dando empuxo ao período
em que o ser humano é matéria cristalizada
- fito-zoo-mineral
na água que o plasma em forma ( paleozóico ser das palmeiras
e dos palmípedes a pé no "quá-quá"
onomatopeia de marreco e ganso para água
( em aquático e aquífero )
Outrossim o tempo é dividido
em geologia,
para fins de mensurar o tempo na ciência,
em escala geológica de tempo ;
a saber : éons eras períodos épocas e idades
Para mensurar o tempo em que a vida chega à rocha
graças à rocha magmática
e á rocha em estado de água mineral
que banha o mar vermelho no corpo enfiado
( mar interior ao escarlate
donde "late" o coração
em cor corrente carmesim sim
em eritrócitos hemácias hemoglobina trombina...
que são escolhos no mar adentro
mar adentro
- com arrecifes coralinos pelas Antilhas dos piratas
Na escala geológica de tempo estratificado em rochas sedimentares
o tempo conta período para a vida útil
ou a meia-vida de um átomo
de um homem
um animal
um fármaco.. :
o tempo tem como paradigma-parametrial a vida
do átomo ao homem
que pensa na vida
Assim os períodos focalizam a vida
o surgimento da vida
sempre em antropogênese bíblica
Após o período Paleógeno vem o neógeno ou Neogênico ( Neogéico )
no qual ocorre a expansão dos mamíferos
e o advento dos hominídeos
Outrossim, período, em linguagem cientifica,
nomeia a vida
tal qual a história "vive"
do antes e depois de Cristo
- o ressurreto
o que retornou à vida!
A primeira e maior medida de tempo em escala geológica é o éon
No éon Arqueano
a abordagem fere o tempo mais antigo, remoto
só atingido pelo raciocínio puro do intelecto humano ( "a priori" )
que faz do tempo uma máquina
( - a verdadeira máquina do tempo é o tempo! )
O eón Arqueano
contempla um tempo longínquo
anterior à vida biológica
( há outras formas de vida nas rochas
que não conceituamos como vida
Depende de abrir ou alargar a concepção de vida
sem ir ao metafórico-matemático-alquímico )
O segundo éon ( Éon ) foi o Proteozóico
e o derradeiro o Farenozóico
- tudo tempo com voz para dizer da vida
nos períodos em que se circunscreve a vida
- que é o mesmo que tempo-de-vida
ou tempo vital
na forma que o grego diz com "óico" ou "oidos" "eidos"
gregos gregários dizeres
que dão a ideia (forma, o entorno da matéria ) de vida animal
no "zoo" de "farenozoico"
A Tabela Periódica dos Elementos
exprime a "vida" ou a formação da vida
na formação dos átomos
no tempo que cava o espaço
no mover vital
- com o motor da vida
que tudo move ( tempo-calor-frio-humidade-seca...)
aproxima ( amor-paixão-imã-eletromagnetismo-conexão-ligação-covalente-iônica... )
e separa ( forças de repulsão-ódio-desprezo... )
O tempo se fecha em matéria
nos espaços que constrói com energia
mas continua fluindo
construindo e ruindo
rumo ao que denominamos futuro

Que a vida é eterna
ou para fluir eternamente
já vaticinaram os vates de todos os tempos
em todas as liras
com todas as iras
que a morte causa
( ocasiona?)

Ao menos no ser humana
a vida não veio para ser passageira
Basta ver a alegria de um menino
em algum dos cumes de sua infância
( que é toda uma culminância
e exuberância do ser! )
para se concluir
que a felicidade apregoada na Ética de Nicômaco
é uma miséria comparada
a mais simples e modesta expressão de alegria de um menino
à sombra ou ao sol-luar da infância
( essa estrela inteira!... intraduzível
ainda em linguagem de poesia
com laivos de equação agnóstica à Kant
que não equacionou em linguagem matemática-algébrica)

Todavia a vida
ou a natureza que da energia migra para a matéria
e vice-versa quando versa em universo
uníssono sono em tono ( toada trítono moda ária tónus...)
é trágico grego
- poeta cuja poesia
esmorece até achar a cor da morte
no coração que para
sem para-queda
para anjo torto ou reto
na geometria escolhida

Marconi que viajava já nas ondas senoidais do radio
desde pequenino cheio de graça
( da graça que Deus concede ao ateu
e a todo menino feliz
fechado no seu mundo exclusivo
cercado de proteção milimétrica
dos que o amam intensamente )
- neto de boticário
sobrinho de farmacêutico e médico proeminente em intelecto
e saber de ofício ( e de ofídio!
- que a serpente do paraíso edênico
é o anel que forma a farmácia ( Pharmacia )
no traje grego do "Pharmacon"
e se enrosca no ofício
do ofídio ao boticário
- todos à boca da noite da mamba negra
no xadrez material
do qual é tecido tempo e espaço
por dentro e por fora
do olho e da luz
e das trevas nos cabelos encaracolados
do belo exposto na mulher jovem e bela
cujas madeixas cobrem a pele da noite
trançam o renovo do espaço e tempo
em xadrez com cor
e sem cor
- para corpo
e coração )

Marconni, Marconi Freire Martins,
dileto amigo,

diletante em todas as artes e ciências
mestre e douto e erudito
faleceu sem atendimento médico
provavelmente no hospital
ou fundação hospitalar
que trazia no frontispício
o nome de seu tio médico
que fora uma lenda local
no exercício da medicina
( O mito "do" Esculápio
Asclépio
do deus grego Apolo
e do centauro Quíron
floresce assim
- é um assim sim-sempre-sempiterno
nas ervas que ficam esparsas ao largo
provando a vida
da qual provê aos muares equinos suínos lebres
herbívoros em geral
a qual, vida, no homem que carregamos em corpo e alma hostil ao pasto
à pastoral de Baudelaire,

saboreamos enquanto indivíduos
e enquanto vivos permanecemos
fora do coração do mito-rito
e do Buda em estado de nirvana
plácido
ao fundo da flor do lago em placidez de garça
parada à luz
refletindo e rebatendo o sol
no branco do olho do espectro
- no olho de Lúcifer
a cintilar noite e dia
no estofo xadrez do olho
que fabrica a visão
e o deus vivo
- na água corrente e queda
caída em anjo do azul precipitado
em chuva
de garças na volúpia das mariposas )

Contudo
pior que morte física-química-eletromagnética
que nos desliga da parte branca da luz do cosmos
é a vida que vivemos
- vivemos vidas alheias
sendo personagens de dramas dos outros
abrigando no cérebro ideias de outros pensadores e poetas
- outros que não nós
Acorrentados a doutrinas
não pensamos ao vivo
nem com coerência
- pois nossa cor
é roubada doutrinariamente pela ciência
- nossa cor é furta-cor lesada
pela ditadura das pesquisas
que nos aniquilam
enquanto seres pensantes
e sapientes
- sapientíssimos somos
mas não sabemos
ou nos enganam
acenando com cientistas
e outras autoridades
donas dos vários poderes
que nos fazem crer
ser três ( podres odres! )

Eis a tragédia que Ésquilo
Eurípedes ou Shakespeare ou Goethe
não registraram
em elegia sem dó maior

A comédia que Aristófanes não leu
nem tampouco escreveu Plauto
( hoje todos os Plauto's e Goethe's "vigentes"
enquanto autoridades reconhecidas por lei (" Dura lex!'...)
arrumam palcos de anfiteatro
na profissão de fé do sociólogo-aprendiz-de-feiticeiro-eternamente
ou médicos advogados engenheiros
inviáveis ao luar luarescente
ou quando luarescendo sem irisar
ou não-irisado em arco ou abóbada... :
A morte atual é metálica
- é metal que diametralmente acaba com a mente
Hoje a morte é mental
com menta e pimenta na encomenda
- da especiaria
( ou especialidade-cátara?!
Há outra heresia no catarismo atual
dos sempre santos
déspotas governantes
de todas as nações
nos proibindo por lei
- sempre marciais e bélicos?! ) )

A natureza espelhada no lago do menino bem-nascido
e na bela estampa da donzela em flor de miosótis trémulo
diz que a vida é eterna
e a morte melo dramática em demasia
para merecer um panegírico de Nietzsche
- o filósofo-filólogo trágico
( O filósofo é outro poeta trágico
com a tragédia narrada em ditirambos dionisíacos
sonhos apolíneos e faustianos...
- todo o surrealismo metafísico de Giorgio de Chirico
- o artista trágico
o poeta trágico em geometria e cores )

sábado, 28 de janeiro de 2012

ESPIRALAR - dicionario wik dicionario wikcionario etimologia verbete terminilogia cientifica nomenclatura binomial onomastica onomastico enciclopedia

Elanoides forficatus
Um gavião veio em veio de voo rasante
e com um grito rascante
furou-me um olho imaginário
( Explicitamente :
tenho olho imaginário
um olho redondo
no ciclope que sou
- Polifemo
e o turbilhonante Arges na titanomaquia... )

Mas o imaginário
poderia voar no real
nas costas do gavião-de-rabadilha branca ("Buteo leucorrous" )
rio Ródano Cantão de Valais
Basiléia-Campo

Outrossim uma mamba negra
poderia sair desse imaginário escondido
dentre as folhas
e entrar em minha casa
- longa
veloz e feroz
predadora
como come o olho imaginado
o gavião-pedrês ( "Asturina nitida")
que entrou na zona dos meus olhos
sonhadores no azul
e no escuro
- de Chirico!
nas diabruras das brancuras descobertas
em cada casa e telha
nas curvas que os olhos fazem
nos ângulos
que constroem cor
e preto e branco
que enxadrezam os olhos
- feitos nesse xadrez trançado
que Giorgio de Chirico olhou
e pôs o gavião-belo ("Busarellos nigricollis")
e o gavião-branco ("Leucopternis albicollis")
a fulgir nos olhos
de quem é pintor
e olha casas
e solidões abandonadas
aos fantasmas danados
- Danação!
nas torres que olha
- e olham
procurando a melancolia
e a solidão
irmanadas por toda parte
( Toda parte é uma solidão partida
- em solitude
de logradouros vazios...:
Estava Giorgio de Chirico só no mundo
ou se sentia assim
- que a solidão é
um sentido desenvolvido pelo homem
ao mirar a solitude
na casa branca pintada
entre as sombras
sob a asa do gavião-bombachina
e dentro da boca
- da mamba negra )

O gavião subindo no ar
a rodopiar
em roda-pião
rodopiando
rodopiante
para espiralar
que ar e água
desenham a conduta do movimento
em equação para-espiral
( Turbilhonante redemoinho
- de vento!
que há os de água...
e os incognoscíveis )

Gavião em vôo rascante
- rascante grito
pôs me o bico no olho

sábado, 14 de janeiro de 2012

RESINAS ( wik dicionario resinas wik dicionario wikcionario resinas wikcionario )


Pervagar por pervagar
pervaga o vaga-lume
pervagante
pertinaz em seu lume
Lucífero
luciferino
difundindo em si musical
na sua pauta-partitura
um pouco da luz do anjo
- de Lúcifer
o homem decaído no pó
para banquete dos gusano
que se contorcem em frenesi
parecendo dançar um balé
de Tchaikovsky
no lago dos cisnes
no canto do cisne
ou de Stravinsky
no Petruska
( "Petrushka,
Petrouchka Ballet Russian" )

Pervagando vai
o viandante
à sombra de Nietzsche
à sombra intermitente da amoreira em flor
- dos pessegueiros folheados a ouro-sol
da asa da perdiz
que não diz
o que canta
no que encanta
( - como encanta!
uma balada de amor
em língua inglesa
para quem ouve
The Beatles
Bob Dylan
Românticos de Cuba...
e fala-escuta-escreve-lê
tem inteligencia
extensa-delimitado em língua de português
encapelado no mar de caravela Cabrália
vascaína
no luso difuso pelo idioma
de Camões e Pessoa
Drummond e Bandeira
Baudelairem, Nietzsche em wikiquote ( Nietzsche-wikiquote-Nietzsche
num tipo de dança de São Guido nietzscheniana ...)

enfim, a poesia ( o poema )
na música sem-fim
e quase nua em letra
hiper-vocal nos instrumentos para musicólogos
ou com signos vocálicos
desbravados-des-tecidos
ou re-tecidos histologicamente
e historialmente
em senóides no ar
- de tecitura energética
codificada em "língua-linguagem" geométrica-matemática-eletromagnética
torneando-toureando a matéria táureo-táurea
que nada em parco significado
arrastando o ouvir ao ouvido insulado na paixão de Bach
- Paixão de Cristo! nos evangelhos velhos-escaravelho
segundo São Mateus
- Paixão"pathos" em Baco e Eros
Pacto-"pathos"
paixão de Vênus
- venérea paixão
Veneranda e venerável
na vela em estrela-cefeida padrão
( estrela que estrela para a vida inteira!)
que tange o banjo do amor
nas cordas de um violino de ar
( vários Stradivarius tocam o ar
- vários Stradivarius de Stravinsky-Petrushka
blindados com armadura de clave
assim como vários oboés
dão a tonalidade cromática do é
no ar desenhado-balouçante
assentados no mar-ar em ondas senoidais
onde navega o navio das musas
e o violinista azul celeste e verde-arbustivo-fosco violinista "herbacento-herba-seiva"... )

- a poesia ( no poema )
o poética em literatura-filosofia cantante
cantarolando
diz mais que as palavras
( todas-tolas-de-touca-na-toca-
tosca-da-tosse
que tosse-tosse-tosse em crise aguda
- crise mundana-mundial-cambial-econômica-política-ambiental-laboral-existencial-moral...)

e faz o amor
ser mais belo
do que é
- faz do amor
o senso do belo
- um ser
sem verbo
sem Parmênides de Eléia, Elea,
o eleata,
sem Zeno, Zenão, Zenon
outro eleata de escol
de Eléia, Elea
- da escola Eleática de filosofia grega
gregária
( A melodia em idioma ininteligível
faz o amor diluir o belo
erodir a beleza
fora do antro da poesia
que é um teatro e anfiteatro de essências
em sintonia fina com as resinas vegetais
deliquescentes no sistema nervoso vegetativo
autónomo como a vida
livre de pensamentos que não sejam livres
e consequentemente próprios
idênticos ao ser pensante
e pensado
os quais se identificam
e contradizem-se mutuamente
na síntese posta em ser
entre a tese e a antítese
da dialética de Zeno, o eleata )
O amor e a poesia
jamais podem ser inteligidos
porquanto não cabem
no rasto do sapato
que esparge-espago-aspargo pelo chão pisado
pisoteado de ervas daninhas
toda a inteligencia herbícola
- O amor e a paixão efervescente-evanescente
guarda o mistério
sob o véu de Ísis
- a bela Aletheia
com outra nome de Margarida-Goethe
em flor à beira do Rubicão
por onde atravessou César
a cavaleiro de um Apocalipse
caduciforme nas folhas literárias
candente-cadente-incandescente
beligerante centauro
bárbaro sagitário
constelado-consternado a nado do nada
em signo e constelação zodiacal )

Canta
decanta
a decana ave ...
que prediz a perdiz
Por quê perdiz?
Por quê se diz perdiz?!
Vamos perquirir com perspicácia
de acácia
pensante
no sistema nervoso autônomo
que vegeta a vida
- a vegetativa vida
em sistema difuso
perfazendo um périplo
sem sair da terra
onde se agarra
com raízes-mãos
radicais-mães
e radicais livres
( a vida e a morte
estão em preto e branco
no xadrez que deformam
entre os radicais livres
e a farmacopéia
que conspurca o corpo
o todo orgânico
organístico
orgástico
orgiástico
bacante
ó sibila
pitonisa )

Pervagante o vagabundo
pervaga
imundo
pelo mundo fora
errante
errabundo
pervasivo
- perfilado personagem :
um dos arlequins
do teatro social capitalista
niilista
- sem niilismo
no seu ser livre das peias doutrinárias
do niilismo
doutrina de niilistas de azul-céu-chapéu-ao-léu
de madame-cor-rosa
na alva alvissareira
alaranjada
pelo liame intersticial
do espectro
que cobre de cobre o espelho
e especula
a tese do eleata
jactante )

( Ah! o belo na música
- na musa
é mais belo que o amor
porquanto o belo
é que é belo
e não o amor
ou a paixão sinistra
de Romeu e Julieta
- a minha paixão avassaladora
que conjuga
- Eu e um miosótis!...:
querendo dançar
ambos loucos e bêbados
em Baco
Dioniso
Eros e Psiquê
- de Canova
que faz do amor
o belo
que o amor
não é na realidade
mas apenas no ser
em ser ( em-ser )
- idealidade
geometria de Platão-Euclides
desenhada no ar
sem ar
para pulmão-fole respirar
no azul-miosótis de si
musical na sanfona e no pistão
dois arcanjos no sopro
- sopro-substrato à língua-linguagem da música
- em Musa
mitológica ( mitocondrial?!)
e real ( mitocôndria?!)
natural ( em sistema de acordes)
que não inspira o ser
nem tampouco o não-ser
que é a outra porção do ser
negado e positivado
na doutrina do eleata Parmênides
- paradoxo em Zeno
com dialética
dieta seleta
para o regime da razão
do filosofo eleata
poder ler o cosmos ( e o cormorão )
em cosmologia posto :
neste ser
entre o logos
que é lógica
e o véu da aletheia
que vela a face de Ísis
- da deusa energia
sexual-basal
a pervagar em Psiquê
na psiquê do homem
- este amor em promontório
ilha
arquipélago
Galápagos )

Há uma questão
que envolve o ser e a palavra
ou a voz
o vocábulo
na música
na matemática
na filosofia
e na ciência
que muda a existência
para o lado de dentro do homem
conquanto continue a existir
o universo lá fora
em reverso
do verso
e do anverso
tecidos
numa espécie de histologia
bordejando essência e existência
num liame
com linha reta
e curva de relação
e função matemático-mitocondrial
Por isso a música
com poucos signos
para o intelecto
mas eivada de símbolos
e sinais "diacríticos"
para a sensibilidade
da sensitiva que vegeta
em tudo o que alaga
e é "terra" no humano
assim como a matemática
e outras ciências e arte de essência
( arraigadas na essência do homem
qual erva daninha na terra maninha
em perene prospecção de água no pó
que a ribeira deixou geologicamente
escrita no "álveo abandonado" )
deixa como ser
que é algo transmutado
pela indústria mental do homem
em pausa do silencio pensante
filosofante
- posicionado na poesia
( o belo em ato )
que pervade a matemática
com outra língua-linguagem
que devassa
o ato de amar
no verbo e na carne

Oh! pervaga!
pervagante vaga-lume
vagabundo lúcido
anjo nas trevas
- luciferante

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

MODAL (wikcionario wiki wik dicionairo etimologia onomastico houaiss)


Naquela casa ficou escrito
um pedaço de mim
em cada canto
- de Dante ( Alighieri)
o poeta
que teceu
a teia de aranha
da poesia ali
plantada
folheada...:
Na folha nascida
na folha caída
na folha puída
na asa branca do anjo bom
e na asa negra do anjo mau
- o sal
o salitre
da terra verde
roxa nas flores
nas ervas daninhas
salvando a terra maninha
da derrocada
da folha rota
outonada
oitavada
outonal
tonal
atonal
pentatônica
modal
modal-Debussy
com armadura de clave
- patética sinfonia!...
de Tchaikovsky

Ai! a folha rota
na rota da penumbra
escrita na minha face
apagada
no pé
na pegada
do pó
que o vento lá
varreu
violando
violeta...
Vou
no que voa
a erva no vento
em cheiro
no canteiro
inteiro
do herbolário
da casa
que casa
o passo
passado
com a passada
compassada
do ocaso
na folha
de outono
com sono
amarelo
escrito
na folha
que fora
verde
gafanhoto
- em Chagall
violinista verde
rústico
rude
rupestre
rufando
na fricção
do vento
- eólica
energia
que sopra
a alma
na narina
do homem
- oboé
de anjo
arcanjo
serafim
do mundo
sem fim
sim
- sem
mim
não!